Nossas atividades do carrinho de ratoeira começaram há algumas semanas. O grupo já construiu três carrinhos, sendo que o primeiro não foi finalizado pois estava muito pesado, já o segundo andava menos de 1m, sendo que a pista da competição mede 3m.
Construímos o terceiro carrinho, desta vez menor e mais leve e depois de alguns erros e alguns problemas encontrados, tudo ocorreu bem e este atingiu bons resultados, sendo que seu maior tempo foi de 2,99s.
Na sexta-feira passada (14/10/2011) houve um teste dos carrinhos em classe e tudo ocorreu bem, nosso carrinho andou sem fazer curvas e aparentemente rápido (o tempo do teste não foi cronometrado).
Mais tarde estaremos postando uma tabela dos testes oficiais do nosso carrinho, feitos na quarta-feira (12/10/2011).
"A natureza e as leis da natureza estavam imersas em trevas. Deus disse: 'Haja Newton' e tudo se iluminou" - Alexander Pope.
16 de out. de 2011
2 de out. de 2011
Função dos integrantes
Débora Sarraipo - acabamento.
Fernanda Barros - projeto e ajuda na construção.
Murilo Papareli - construção geral.
Sofia Ribeiro - acabamento.
Fernanda Barros - projeto e ajuda na construção.
Murilo Papareli - construção geral.
Sofia Ribeiro - acabamento.
5 de set. de 2011
Trocas de calor - exercícios
Pág. 58
14. Em um calorímetro de capacidade térmica conhecida e igual a 8 cal/°C é colocada uma massa de água a 50°C. Se a temperatura inicial do interior do calorímetro era de 20°C e, ao final, no equilíbrio térmico, sua temperatura era de 48°C, qual o valor da massa de água nele colocada? Dado: cágua= 1 cal/g°C.
Qcalorímetro = C . ∆T Qágua = m . 1 . (48 – 50)
= 8 . (48 – 20) = m . (-2)
= 8 . 28 = -2m
= 224 cal
Qcalorímetro + Qágua = 0
224 – 2m – 0
-2m = -224
m = 224/2
m = 112g
Trocas de calor - exercícios
Pág. 52
3. Calcule a massa que restará de gelo ao ser atingido o equilíbrio térmico quando um pedaço de 0,2kg de massa e temperatura –10°C for lançado em uma bacia contendo 4 litros de água a 20°C. Despreze as trocas de calor com o ambiente.
Dados: cágua = 1 cal/g°C
cgelo = 0,5 cal/gºC
calor latente de fusão do gelo = 80cal/g.
Resolução:
1. Calcular a Temperatura final do Equilíbrio Térmico (Qx + Qy = 0)
Q = m . c . ∆T
Qgelo = 200 . 0,5 . (Tf – [- 10]) Qágua = 4000 . 1 . (Tf – 20)
= 100 . (Tf + 10) = 4000 . (Tf – 20)
= 100Tf + 1000 cal = 4000Tf – 80000 cal
100Tf + 1000 + 4000Tf – 80000 = 0
4100Tf – 79000 = 0
4100Tf = 79000
Tf = 79000/4100
Tf = 19,3°C
2. Calcular Q1(gelo), Q2(gelo) e Qágua.
Q1(gelo) = calor que o gelo deve absorver da água para atingir 0°C.
Q2(gelo) = calor total necessário para o gelo fundir-se.
Qágua = calor cedido pela água.
Q1 = 200 . 0,5 . (0 – [-10]) Q2 = 200 . 80 (Q = m . L)
= 1000 cal = 16000 cal
+
17000 cal para derreter todo o gelo.
Qágua = 4000 . 1 . (19,3 – 20)
= 4000 . (-0,7)
= 2800 cal
Qágua < Qgelo, portanto o gelo não irá derreter totalmente. Logo, o Q2 utilizado para derreter apenas parcialmente o gelo, terá de ser calculado.
Q1(gelo) + Q2(gelo) + Qágua = 0
1000 + Q2(gelo) + (-2800) = 0
Q2(gelo) = 1800 cal
Substituindo na fórmula:
Q2(gelo) = m . L
1800 = 80m
m = 1800/80
m = 22,5
Q2(gelo) = m . L
1800 = 80m
m = 1800/80
m = 22,5
m = massa de gelo que foi derretida. O exercício pede a massa restante, logo:
mrest = 200 – 22,5
mrest = 177,5 g
Trocas de calor em recipientes termicamente isolados
Isolamento térmico
Isolantes térmicos são recipientes que permitem armazenar corpos sem com que ocorra nenhuma ou muito pouca troca de calor entre eles e o ambiente. Exemplos disso são geladeiras de isopor e garrafas térmicas. O recipiente no qual o corpo armazenado em seu interior não exerce nenhuma troca de calor com o ambiente é chamado de recipiente termicamente isolado.
Equipamentos cujos objetivos são semelhantes aos das geladeiras de isopor e garrafas térmicas, são chamados calorímetros. Um calorímetro ideal é aquele que não permite nenhum tipo de troca de calor entre o seu conteúdo e o ambiente externo.
Trocas de calor e equilíbrio térmico
Corpos que mantém temperaturas diferentes tendem a igualar suas temperaturas quando colocados em contato, ou em outras palavras, tendem a atingir o equilíbrio térmico.
Imagine um recipiente termicamente isolado, no qual se contém dois corpos: X e Y. O corpo X, à temperatura Tx, é colocado em contato com o corpo Y, à temperatura Ty. Se nessa situação a temperatura do corpo X começar a cair, pode se concluir que:
1. Inicialmente, Tx > Ty.
2. O calor transfere-se de X para Y.
3. Após a troca de calor, Tx = Ty.
Assim, sendo Qx a temperatura liberada por X e Qy a temperatura absorvida por Y, pode-se dizer que, em valores absolutos, Qx = Qy. Porém, considerando que os corpos não mudam seu estado físico após a troca de calor, Qx e Qy podem ser calculados através da equação fundamental da calorimetria (Q = m . c . ∆T). A partir disso, pode-se avaliar que Qx < 0 e Qy > 0, ou seja, Qx é negativo (pois o corpo X libera calor) e Qy positivo (pois o corpo Y absorve calor), logo:
Qx + Qy = 0.
Calorímetros e trocas de calor
Quando colocamos uma substância de temperatura alta dentro de um calorímetro de temperatura baixa, esse calorímetro tende a absorver o calor da substância. Porém, a quantidade de calor absorvido pelo recipiente nessa situação, só será considerável dependendo de sua capacidade térmica (C).
Capacidade térmica (C) é a relação entre o calor absorvido por um corpo (Q) e a elevação de temperatura que ele sofre depois de absorver o calor (∆T), ou seja:
C = Q / ∆T
Quando dois corpos são colocados juntos num calorímetro, ocorre troca de calor entre os corpos em si e entre os corpos e o calorímetro. Vamos supor um corpo X à temperatura Tx, um corpo Y à temperatura Ty, e um calorímetro de capacidade térmica C:
1. Inicialmente Tx > Ty.
2. O calor transfere-se de X para Y e para o calorímetro.
3. Após a troca de calor, Tx = Ty.
No equilíbrio térmico, uma parte do calor cedido por X (Qx) é absorvida por Y (Qy), e a outra parte, pelo calorímetro (Q), ou seja:
Qx + Qy + Q= 0.
4 de set. de 2011
Questão de Fim de Semana - 04/09/2011
D. Pedro II nasceu no Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1825. Com a morte de seu pai, seus irmãos mais velhos Miguel e João Carlos assumiram o trono e logo após suas mortes, D. Pedro II herdou o direito ao trono. Após a abdicação do trono e a partida de D. Pedro I para Portugal, ascendeu ao poder com apenas 6 anos, em 7 de abril de 1831 até que pudesse realmente assumir o poder.
Após nove anos de conflitos políticos internos no país, D. Pedro II foi considerado maior de idade e coroado no ano seguinte, no dia 18 de julho de 1841. Dois anos após, no dia 30 de maio, casou-se com a princesa napolitana Teresa Cristina Maria de Bourbon. Com ela, teve quatro filhos, mas somente dois sobreviveram: as princesas Isabel e Leopoldina.
Entre seus primeiros atos de governo, decretou a anistia geral e restabeleceu o conselho de Estado, tentou buscar a pacificação do país, contornando diversas revoltas como a dos Liberais (1842), em Minas Gerais e São Paulo; a Guerra dos Farrapos (1845) e a Insurreição Praieira (1848), em Pernambuco.
Foram construídas as primeiras linhas telegráficas e a primeira estrada de ferro do país, ocorreram também o fim do tráfico negreiro (4 de setembro de 1850), a implantação do sistema de esgotamento das duas principais cidades da época, São Paulo e Rio de Janeiro (1850); a Lei do Ventre Livre (28 de setembro de 1871); a libertação dos escravos sexagenários e a lei Áurea, em 13 de maio de 1888, sancionada pela princesa Isabel, que ocupava a regência.
Em 1870, com o final da Guerra do Paraguai, as divergências políticas se acirraram e o surgimento do Partido Republicano neste ano deu início à decadência política do Império e foi proclamada a republica em 15 de Novembro de 1889. Ficou prisioneiro no paço da Cidade, para onde foi ao sair de Petrópolis, numa tentativa frustrada de sufocar o movimento.
Com a decretação de que teria que sair do país em 24 horas pelo governo provisório, D. Pedro II deixou o Brasil e foi para Portugal com a família dois dias depois, chegando em Lisboa e depois indo em direção ao Porto, onde a imperatriz morreu no dia 28 de dezembro.
Aos 66 anos, morreu de pneumonia em um hotel em Paris, no dia 5 de dezembro de 1891. Seu corpo foi enviado à Lisboa, onde foi colocado no convento de São Vicente de Fora, juntamente com o de sua esposa. Em 1920, os restos mortais do imperador vieram para o Brasil, tendo sido depositados na catedral do Rio de Janeiro e depois transferidos para a catedral de Petrópolis, onde se encontram sepultados.
Em 1870, com o final da Guerra do Paraguai, as divergências políticas se acirraram e o surgimento do Partido Republicano neste ano deu início à decadência política do Império e foi proclamada a republica em 15 de Novembro de 1889. Ficou prisioneiro no paço da Cidade, para onde foi ao sair de Petrópolis, numa tentativa frustrada de sufocar o movimento.
Com a decretação de que teria que sair do país em 24 horas pelo governo provisório, D. Pedro II deixou o Brasil e foi para Portugal com a família dois dias depois, chegando em Lisboa e depois indo em direção ao Porto, onde a imperatriz morreu no dia 28 de dezembro.
Aos 66 anos, morreu de pneumonia em um hotel em Paris, no dia 5 de dezembro de 1891. Seu corpo foi enviado à Lisboa, onde foi colocado no convento de São Vicente de Fora, juntamente com o de sua esposa. Em 1920, os restos mortais do imperador vieram para o Brasil, tendo sido depositados na catedral do Rio de Janeiro e depois transferidos para a catedral de Petrópolis, onde se encontram sepultados.
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